Sexta Feira 13

3ac3cd57-8241-4fef-89e6-87afe4d1d13e

Anúncios

Outubro Rosa

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Outubro Rosa é uma campanha de conscientização que tem como objetivo principal alertar as mulheres e a sociedade sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama. Esta campanha acontece com mais intensidade no mês de outubro e tem como símbolo o laço cor de rosa.

No Brasil, as campanhas de conscientização sobre o câncer de mama acontecem desde 2002. A publicidade adotou o tom de rosa como motivador de campanhas no período, e ações em mídias sociais também tendem a ser reforçadas durante este mês. No entanto, especialistas da área médica ressaltaram, em levantamento apresentado no ISPOR.[1]em 2017, que ainda que a conscientização seja muito importante, é necessário cuidado com as mensagens divulgadas neste período. Uma análise das postagens realizadas em redes como Facebook e Twitter em língua portuguesa mostrou que existe bastante desinformação nas campanhas de conscientização, especialmente acerca do autoexame, que não é considerado suficiente para a detecção precoce da doença. Tocar o próprio corpo e reconhecer sinais de possíveis mudanças é uma importante ferramenta de empoderamento da mulher frente à própria saúde, mas não substitui a mamografia, por exemplo.[2] Dados do Instituto Nacional do Câncer José Alencar Gomes da Silva (INCA) apontam que apenas 2,5 milhões de mamografias foram realizadas em 2014, equivalente a uma taxa de 24,8%, bem menos do que os 70% recomendados pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

Outubro-Rosa.png

“O dinheiro perderá a relevância”

Rodrigo Caetano – Isto é dinheiro

A executiva Paula Paschoal, diretora-geral da empresa de pagamentos eletrônicos PayPal no Brasil, tem horror de usar papel moeda. Primeiro, por força do hábito. Afinal, ela trabalha em uma companhia que atua como uma alternativa digital ao dinheiro. Segundo, por uma questão pessoal. “Parece que eu estou vendo o dinheiro ir embora”, diz. Paschoal aposta que o fim das cédulas está próximo, graças a avanços na tecnologia, que, atualmente, oferecem maior segurança contra as fraudes. “No início da operação, o PayPal perdeu muitos milhões de reais para conhecer o comportamento do consumidor”, afirma. Em entrevista à DINHEIRO, ela fala sobre o mercado de pagamentos eletrônicos e as barreiras culturais que ainda impedem o avanço do setor.

Há algum tempo se fala que o dinheiro vai acabar. Mas, mesmo em países altamente tecnológicos, como o Japão, ainda se usa papel e moedas.
Existem alguns países na Europa que já não emitem mais dinheiro. A Suécia é um deles. A Dinamarca está indo no mesmo caminho. Você vai encontrando tecnologias que permitem isso. Há muito que amadurecer, mas não tem volta. O celular já é o controle remoto da nossa vida. Com ele, faço absolutamente tudo, inclusive usar meus cartões de crédito. O dinheiro perderá a relevância.

É um caminho que vale para o Brasil, que tem dimensões continentais, ao contrário de Suécia e Dinamarca?
É uma realidade para um país grande como o Brasil. Vale lembrar, novamente, o exemplo dos táxis. Há três anos, não havia como pegar um táxi sem dinheiro. Hoje, não existe táxi sem cartão. Nossa expectativa é de que essa revolução aconteça muito rapidamente, nos próximos dez anos. E, nos próximos três anos, veremos mais inovações do que na última década.

Mas parece que ainda há barreiras, como no caso da transferência de valores, que não é tão fácil. É um problema cultural ou de legislação?
Há barreiras sim, dos próprios bancos e até culturais. É preciso desmistificar a tecnologia. Pode ser mais simples do que parece. É possível, por exemplo, enviar um pagamento por e-mail. As grandes corporações e instituições financeiras também limitam um pouco essa simplificação.

Muito se fala, também, dos pagamentos por celular. Quando esse modelo vai engrenar no Brasil?
Isso já está acontecendo. É a presença do mundo online no mundo offline. Nos postos da Shell, já é possível pagar com o celular usando nossa tecnologia. Trata-se de um ambiente extremamente tradicional, no caso, os postos de gasolina, usando esse modelo. Essa é uma prioridade da minha gestão. No último dia dos pais, 45% das compras no comércio eletrônico já foram feitas com um celular. Para nós, o ponto-chave é a conversão de venda. Não adianta ter uma solução de pagamento online em que seja preciso ficar na ponta dos dedos digitando. Para isso, desenvolvemos soluções de segurança com base em comportamentos.

Grande parte dos estabelecimentos comerciais aceitam apenas algumas bandeiras de cartão e é raro encontrar a possibilidade de pagar pelo celular. Ainda estamos iniciando esse processo de transformação?
É um processo, mas ele é muito rápido. Hoje, ainda assusta pensar em ir à padaria apenas com o celular. Daqui a um ano ou dois, será perfeitamente normal. Estamos cada vez mais próximos do fim do dinheiro.

Isso se deve a avanços na tecnologia de pagamentos eletrônicos?
Sim. O que nos permite pensar nisso é o aumento da eficiência dos sistemas de gestão de risco. Alguns anos atrás, para confirmar uma transação, era preciso, até mesmo, fazer uma ligação. Hoje, no momento do pagamento, cruzamos 82 variáveis para determinar se é mesmo o titular da conta que está fazendo a transação. No caso do celular, até a forma como você segura o aparelho é levada em consideração. O sistema analisa a inclinação do celular. O mesmo vale para a velocidade de digitação. Se uma pessoa for assaltada e o ladrão tentar fazer uma transação, ela será negada. E, se o consumidor tem uma experiência melhor na hora da compra, faz sentido acabar com o dinheiro.

Mas, os bancos já perderam muito dinheiro com fraudes eletrônicas. Isso ainda é uma realidade?
No início da operação, o PayPal perdeu muitos milhões de reais. Para quê? Para conhecer o comportamento do usuário. Era preciso deixar a transação acontecer para aprender a lidar com o fraudador. Não só no Brasil. No mundo inteiro, perdeu-se muito dinheiro para conhecer esses comportamentos fraudulentos e evitá-los. Eu só consigo deter a fraude se eu a conheço.

O mercado de pagamentos eletrônicos é, portanto, um mercado de prevenção a fraudes…
Hoje, temos como pilar principal a gestão de fraudes. Inovação e foco no consumidor só são possíveis se as fraudes estão controladas. Mas sempre com a missão de democratizar o uso do dinheiro.

O setor de meios de pagamentos também vem enfrentando várias mudanças, incluindo novo marco regulatório e a entrada de competidores. Qual é o efeito dessas transformações para o PayPal?
Eu olho pelo ponto de vista da oportunidade. Estamos vendo uma movimentação do mundo offline migrando para o online. Há um vento favorável. Globalmente, existe, também, uma preocupação em como atender os não bancarizados. Ainda é um número muito relevante e todos querem aproveitar as vantagens do mercado eletrônico. O cartão pré-pago, por exemplo, vem suprir essa demanda.

O PayPal, hoje, concorre com as bandeiras de cartão de crédito?
O PayPal se posiciona como uma carteira de pagamento online. Nosso objetivo é oferecer a melhor experiência de compra aos consumidores, com segurança. Em alguns casos, sim, uma bandeira de cartão de crédito pode ser nossa concorrente. Em outros, são nossos parceiros, assim como os bancos e as processadoras de pagamentos.

din1040-10perguntas

Evento Foodie Experience

10672380_1535111796727793_6720141199295359491_n

O condomínio Alphaville, na Lagoa dos Ingleses, em Nova Lima, recebe o festival Foodie Experience. O evento traz renomados chef’s como Ivo Faria, Luiz Ney e Américo Piacenza, com pratos que representam a cozinha contemporânea mineira, brasileira e internacional.

Além das receitas, os visitantes podem apreciar também cervejas especiais, vinhos, espumantes e café preparado com grãos diferenciados.

Outras atrações do Foodie Experience incluem shows musicais, apresentação de DJ’s e espaços de lazer.

Site do evento: http://www.foodiebrazil.com

Confira alguns pratos e veja alguns chefs convidados:

Cozinha Internacional & Contemporânea
Prato:
Brasato de Sertanejo com Zeste de Limão com Gnocchi de Inhame
Chef:
Ivo Faria (Vecchio Sogno)

Prato: Lasanha de Bacalhau ao Azeite de Pimentão, Salsinha e Azeitona Preta
Chef:
Américo Piacenza (Cantina Piacenza)

Cozinha Mineira & Brasileira
Prato:
Camarão Crocante com Chutney de Manga
Chef:
Leonardo Paixão (Glouton)

Prato: Preguento do Bento
Chef:
Flávio Trombino (Xapuri)

CookShow
Prato:
Paella Valenciana
Chef:
Rodrigo Zarife

Prato: Leitão a Pururuca
Chef:
Luiz Ney (Tirandentes)

Onde: Alphaville Lagoa dos Ingleses
Endereço:
BR 356 km 29 s/n, Nova Lima-MG
Data:
8/11
Horário:
a partir das 12h
Ingressos:
R$ 50 (1º lote)
Informações:
(31) 3209-0505

(Reportagem retirada do link: http://sites.uai.com.br/app/noticia/encontrobh/gastro/2014/10/28/noticia_gastro,151019/foodie-experience.shtml )

Ferinha de Produtos Orgânicos, Naturais e Caseiros.

verduras

No Sábado 1° de Novembro, no espaço coberto do center III do Alphaville Mall, acontecerá a primeira feira de produtos Orgânicos, Naturais e Caseiros com a participação, entre outros, de:

PRODUTOR: Vista Alegre Orgânicos (Capim Branco-MG) PRODUTO: Legumes, Verduras e Frutas Orgânicas. Doces caseiros, queijos, ovos caipira, frango caipira. CLASSIFICAÇÃO DO PRODUTO: Orgânico com certificação (IMA)

PRODUTOR: Cogumelos Do Caminhante (Nova Lima-MG) PRODUTO: Cogumelos Frescos. CLASSIFICAÇÃO DO PRODUTO: Orgânico com certificação (IBD)

PRODUTOR: Madri Massas PRODUTO: Massas Artesanais CLASSIFICAÇÃO DO PRODUTO: Artesanal

PRODUTOR: Sabor Artesanal PRODUTO: Doces, cupcakes naturais, sem glúten, sem ingredientes de origem animal CLASSIFICAÇÃO DO PRODUTO: Produtos Naturais e Culinária Especial (Vegana)

PRODUTOR: Delicia da Moeda PRODUTO: Queijos, Doces, Puro Mel, Pão de Queijos da Roça CLASSIFICAÇÃO DO PRODUTO: Caseiros

Além de convidar todos os moradores a prestigiar a Feira, comunicamos que eles estão abertos para aceitar, em qualidade de expositor/vendedor, qualquer morador que produza artesanalmente e de forma caseira produtos alimentares.

Caso alguém seja interessado, por favor, entre em contato com a associação via e-mail francesco@alphavillemall.com.br ou diretamente ligando no telefone da Associação Comercial (3547-3100)

Envolvendo o tema, achei esses dados interessantes!

organicos-4

Assustador, não?

Então vamos prestigiar a ferinha!

organico